Correr riscos é melhor do que passar o resto da vida arrependido por não ter tentado.
(Rafael Silveira)
Leia ouvindo: Love Me Like You Do- Ellie Goulding.
Lize com seu jeito tímido, seu olhar de apelo, a maneira em que cruza as mãos sobe a saia e como meche uma grande mecha do cabelo sem saber como agir.
Viveu uma vida com total privações, de modo em que não
conheceu um terço do mundo e nem um terço das pessoas. Infância,
adolescência,fase adolescente madura, momentos privados por sua família que
queria estar sempre três passos á frente da filha sendo que estavam três passos á frente do inexistente, do desnecessário.
Aos 18 anos foi o começo de uma grande luta dela com sua
mente, seu coração e sua alma. Quatro anos inteiros em profunda depressão,
tomou vários e vários remédios, passou por inúmeros médicos, tentou diversas
vezes continuar a faculdade ou trabalhar...
Aos 21 anos, aprendeu que nem tudo, nem todos, precisam ser
pra sempre ou politicamente correto, a vida é uma só e passa rápido como um
sopro e do que adiantou viver criando em si mesma seu próprio inimigo que
assombra todos seus passos, pensamentos, ações.
Toda sua família onde ela sempre se importou com a opinião nunca a estenderam a mão muito pelo contrário só falavam pelas costas. Lize começou a aprender enxergando que nosso melhor ou pior inimigo somos nós mesmo e que fazer amizade com sigo mesma seria a mais fantástica opção.
Toda sua família onde ela sempre se importou com a opinião nunca a estenderam a mão muito pelo contrário só falavam pelas costas. Lize começou a aprender enxergando que nosso melhor ou pior inimigo somos nós mesmo e que fazer amizade com sigo mesma seria a mais fantástica opção.
Com o inicio dessa amizade, chegou sua prima Júlia que de
forma tão sábia, forte e desencanada, a ensinou a viver com leveza e diversão,
a ensinou também a aproveitar os momentos bons mesmo que pequenos sem se
preocupar sempre com o depois ou com o pra sempre.
Lize enfrentou seus medos e começou a por seus planos em
prática e em uma terça-feira comum resolveu libertar-se para uma coisa ainda
mais diferente, foi a uma festa com sua amiga Bi e seu amigo Gay e fez coisas
inimagináveis para si, curtiu o todos os momentos dessa festa sem se preocupar
de forma perturbadora sobre o : Ninguém me quer? O que vão falar de mim?
Despertaram um diabo dentro de uma santa?. Só que nada demais havia sido feito
só que para ela era muito estranho ao mesmo tempo que muito divertido e válido
tanto para ela mesma quanto para seu estudo de Psicologia.
Voltou para casa dando de cara com o desgosto embutido da
mãe e com a imensa alegria de sua irmã.
E agora á exatamente 00:36 hs escreve este texto em modo de
dividir essa alegria.


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